Sumiu! Casos de desaparecimento misteriosos

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Pessoas desaparecem todos os dias. Somente nos Estados Unidos, é estimado que cerca de 10 milhões de pessoas são consideradas desaparecidas a cada ano; cerca de 95 por cento delas retornam ou são de outra maneira contabilizadas. Dos restantes 5 por cento, alguns são fugitivos, outros são sequestros, raptos ou vítimas de algum outro crime. Entretanto, uma pequena porcentagem desses sumiços, não possui uma explicação simples ou fácil. Alguns desses casos estranhos, você conhecerá agora.

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O destino dessas pessoas desaparecidas, às vezes grupos de pessoas, permanece em aberto para que especulemos. Será que eles, inadvertidamente, entraram em um portal temporal? … Foram engolidos por uma fenda no nosso mundo tridimensional? … Será que foram raptados por extraterrestres em OVNIs? Estas são sugestões bem exóticas, com certeza, mas as circunstâncias dos seguintes desaparecimentos inexplicáveis certamente irão lhe deixar coçando a cabeça na mais completa confusão…

Vamos lá!

– O PRISIONEIRO DESAPARECIDO

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Este primeiro caso é um excelente exemplo disso, pois desafia qualquer explicação racional por uma razão simples: ocorreu em plena vista de várias testemunhas. O ano era 1815 e o local, uma prisão prussiana em Weichselmunde. O nome do prisioneiro era Diderici, um manobrista que estava cumprindo uma sentença por assumir a identidade de seu empregador depois que este morreu de um acidente vascular cerebral. Foi uma tarde comum e Diderici era apenas mais um de uma fila de prisioneiros, todos juntos e acorrentados, andando no pátio da prisão para o exercício do dia.

Conforme Diderici caminhava com seus companheiros presidiários no ritmo do tilintar de seus grilhões, ele lentamente começou a desvanecer-se – literalmente. Seu corpo tornou-se mais e mais transparente até Diderici desaparecer completamente, e suas algemas e grilhões caíram vazias no chão. Ele desapareceu no ar e nunca mais foi visto.

(Fonte: Among the Missing: An Anecdotal History of Missing Persons from 1800 to the Present, de Jay Robert Nash)

– TROPEÇANDO NO NADA

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É difícil descartar essas histórias incríveis quando acontecem na frente de testemunhas. Aqui está outra. Este caso começou como uma aposta inofensiva entre amigos, mas terminou em tragédia misteriosa. Em 1873, James Worson de Leamington Spa, Inglaterra, era um simples sapateiro que também se imaginava um pouco como um atleta. Um belo dia, James fez uma aposta com alguns de seus amigos de que ele poderia correr sem parar a partir de Leamington Spa para Coventry. Sabendo-se que esta era uma boa distância de 25 km, seus amigos prontamente aceitaram a aposta.

Conforme James começava a correr em um ritmo moderado para Coventry, seus amigos subiram em um carro puxado por cavalos para segui-lo e proteger a sua aposta. James correu tranquilamente os primeiros quilômetros. Então, seus amigos o viram tropeçar em algo e cair para a frente … mas nunca chegar a cair no chão! Em vez disso, James desapareceu completamente. Espantados e duvidando de seus próprios olhos, seus amigos procuraram por ele, sem sucesso, e em seguida, correram de volta para Leamington Spa para informar a polícia. Uma investigação foi realizada mas não deu em nada. James Worson tinha corrido para o esquecimento…

– A MEIO CAMINHO DO POÇO

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A maioria dos desaparecimentos não tem testemunhas, mas às vezes há provas circunstanciais, que não são menos intrigantes. Este é o caso do desaparecimento de Charles Ashmore. Era uma noite fria de novembro de inverno em 1878, quando o rapaz de 16 anos, Charles, saiu para a escuridão com um balde para buscar água do poço para a sua família em sua propriedade em Quincy, Illinois. Ele não retornou.

Depois de muitos minutos, seu pai e sua irmã ficaram preocupados. Eles temiam que Charles talvez tivesse escorregado na neve que cobria o chão e ficou ferido, ou pior, tinha caído no poço. Eles partiram para procurá-lo, mas ele havia sumido. Não havia nenhum sinal de luta ou queda … apenas as faixas claras de pegadas de Charles na neve fresca que levavam a meio caminho do poço, e em seguida, abruptamente interrompidas. Charles Ashmore havia,  de repente, desaparecido no vazio.

 

– SUMIU DURANTE O SONO

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Bruce Campbell estava bem ao lado de sua esposa quando ele desapareceu, mas ela não viu isso acontecer. Ela estava dormindo. E talvez ele também. Era 14 abril de 1959, e Campbell estava viajando com sua esposa de sua cidade natal em Massachusetts – EUA, para visitar o filho, a uma certa distância pelo país. Foi uma longa, mas agradável viagem pelos EUA, com muitas paragens ao longo do caminho. Em uma parada durante a noite, estavam em Jacksonville, Illinois … que acabou por ser a última parada que o Sr. Campbell iria para sempre fazer.

Ele e sua esposa se hospedaram em um motel (hotel de beira de estrada para motoristas, nos EUA) e foi para a cama. Na parte da manhã, a Sra. Campbell acordou e só o que encontrou foi o espaço ao lado dela na cama, vazio. O sr. Campbell desapareceu, aparentemente, de pijama. Todos os seus pertences – o seu dinheiro, carro e roupas – ficaram para trás. Bruce Campbell nunca mais foi visto e não há explicação para o seu desaparecimento. Ele nunca foi encontrado.

 ELES DIRIGIRAM PARA LONGE… MAS PARA ONDE?

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Aqui está mais um caso de um casal em Illinois – EUA, mas desta vez os dois desapareceram – juntamente com o seu carro. Era maio de 1970, quando Edward e Stephania Andrews estavam na cidade de Chicago para participar de uma festa da convenção do comércio, no Sheraton Hotel em Chicago. Edward era um contador e Stephania uma investigadora de crédito. Ambos tinham 63 anos de idade, considerados cidadãos íntegros e comuns, que viviam em uma bela casa no subúrbio de Chicago, no Arlington Heights. Durante a festa, os outros participantes observaram que Edward queixou-se de um mal-estar leve, que ele atribuiu apenas ser por estar com fome (a festa só serviu bebidas e pequenos canapés).

Eles logo deixaram a festa e foram para o estacionamento, para buscarem seu carro. O manobrista depois disse às autoridades que Stephania parecia estar chorando e que Edward não parecia bem. Enquanto se afastavam, com Edward ao volante, ele raspou o pára-choque do carro na porta de saída, mas continuou em frente. O atendente foi a última pessoa a ver o casal Andrews. Eles desapareceram na noite. A polícia especula que Edward, não se sentindo bem, teria conduzido para fora de uma ponte e caído no rio Chicago. Mas uma investigação realizada não descobriu nenhum sinal de tal acidente, o rio foi dragado em busca do carro, sem sucesso. O casal Andrews e seu carro estavam simplesmente desaparecidos.

– A LONGA, LONGA VIAGEM

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Um desaparecimento semelhante foi relatado pelo The New York Times em abril de 1980. Charles Romer e sua esposa Catherine eram um daqueles casais de aposentados que passam metade do ano no norte e metade no sul do país (EUA), vivendo em sua casa de verão em Scarsdale, Nova York, para depois dirigir até a Flórida para aproveitar o inverno em seu apartamento em Miami. Foi em uma dessas viagens de volta a Nova York, que os Romers conheceram seu destino misterioso. Eles partiram para a longa viagem, na manhã de 8 de abril, em seu negro carro Lincoln Continental. No final daquela tarde, eles fizeram sua primeira parada durante a noite em um motel na cidade de Brunswick, Georgia. Ela acabou por ser a última parada do casal.

Eles fizeram o check-in e deixaram suas bagagens em seu quarto. Então saíram, possivelmente para procurar algum lugar para jantar. Um policial rodoviário pode ter visto o carro deles na estrada naquela noite. Se assim foi, ele foi o último a ter visto os Romers ou seu carro Continental. Eles nunca chegaram a qualquer restaurante e nunca mais voltaram para o motel. Somente após 3 dias que uma investigação mostrou que suas camas no motel nunca haviam sido usadas por eles. Uma pesquisa minuciosa da área não pôde encontrar absolutamente nenhum traço dos Romers ou do seu carro – nenhuma pista qualquer. Eles simplesmente desapareceram sem deixar vestígios.